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Autor: Art Spiegelman
Título Original: Maus
ISBN: 9788535906288
Páginas: 295
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2009
Redes Sociais: Skoob.
Avaliação:
Maus ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu-polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes, a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, Maus ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas -história, literatura, artes e psicologia. Em nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável.
Maus conta a história de um judeu polonês sobrevivente do holocausto, desenhada por seu filho, Art. A história é contada de uma maneira bem diferente de outras história sobre o tema, além de ser uma HQ (desenhada em quadrinhos) também representa as pessoas como animais: judeus como ratos, nazistas como gatos, poloneses como porcos e americanos como cachorros - inclusive Maus significa rato em alemão.
A narrativa pula de Art conversando com o pai no "presente" até aos flashbacks, quando o pai começa a contar o que aconteceu no seu passado, indo desde como conheceu a mãe de Art até ao final da guerra. No "presente" (quado Art está escrevendo o quadrinho) a história abrange também o relacionamento pai-filho e as suas complicações.
Maus não é um livro idealizado, o autor tenta deixar tudo o mais real possível, ele se indaga várias vezes ao longo do quadrinho se estaria fazendo a coisa certa, pois talvez essa não seja um história para ser contada em quadrinhos, talvez ele esteja sonhando alto demais...
Todo esse realismo valeu a Maus o prêmio Prêmio Pullitzer em 1992, um prêmio entregue aos melhores trabalhos de jornalismo, ganho pela primeira vez por uma graphic novel. Maus começou a ser publicado em 1980 e terminado em 1991, inicialmente era dividido em três volumes, mas atualmente é vendido em um só livro com a história completa.
Maus é um relato real, trágico e impactante que vem emocionando desde a sua primeira edição até aos dias atuais. Foi uma história que me tocou imenso, e não só por ser uma "história triste" (como seriam tantas outras) do holocausto como também pela relação que Art tem com o pai, e como ele consegue demostrar tudo isso em desenhos - se torna único.
Apenas uma curiosidade: Achei na na web a critica de Maus publicada em 1987 no jornal Estado de S. Paulo, quem quiser dar uma olhada é só clicar aqui.
Título Original: The Vow
ISBN: 9788581630083
Páginas: 144
Editora: Novo Conceito
Ano: 2012
Avaliação:
vida que Kim e Krickitt Carpenter conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993, dois meses após o seu casamento, quando a traseira do seu carro foi atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte da sua memória estava comprometida e ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia de quem ele era. Essencialmente, a "Krickitt" com quem Kim havia se casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a mulher que amava.
Para Sempre conta uma história real, e inclusive vai sair um filme agora. No filme várias coisas vão ser mudadas por causa dos direitos autorais, mas o livro foi escrito exatamente pelo casal que sofreu essa tragédia.
Este livro não é romântico, quer dizer, conta uma história de amor sim, mas não é um romance por assim dizer.
É uma história linda, de muita superação, amor e fé.
Pessoalmente não gostei muito da escrita, o livro conta com pouquíssimas falas, ele é mais um documentário do que aconteceu, escrito do ponto de vista de Kim.
Achei que até algumas partes mereciam ser mais explicadas, mas ele passou por elas batido.
O livro é super fininho e rápido de ler, tem menos de 200 páginas, eu li em uma tarde, mesmo o gênero bibliográfico não sendo meu favorito. Mas não me envolvi com a história. Sabem Marley & eu? É bibliográfico mas faz chorar. Com este não aconteceu bem isso, ele não emociona tanto. Na realidade é um simples relato do que aconteceu anos atrás.
Mesmo com o ponto negativo, a história em si é linda. Mostra muita superação e amor, embora em algumas partes eu tenha ficado em dúvida se era amor mesmo ou obrigação.
Eles se tornaram um ícone para muitos casais que passavam por problemas, ajudando muitos outros com palestras.
Para sempre foi lançado pela novo conceito e tema do nosso primeiro CLube do Livro de Sorocaba, logo logo vai ter um post sobre isso :)

Sinopse:
John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos.Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível.
Resenha:
Começo falando que Marley & Eu não é o meu tipo de livro, mas me apaixonou completamente.Eu adoro cachorros, tenho duas em casa, e a mais nova delas (que é também a maior) me lembra muito o Marley, quase todas as coisas que ele fazia eu via a Jéssica fazendo! rsrsrs
Marley & Eu nos mostra a lealdade e o amor incondicional que os cachorros têm por seus donos. Tudo isso narrado pelo dono de Marley, Jonh. Ele nos mostra o quanto eles aproveitam a vida ao nosso lado, sem reclamar por viver em uma casa pequena, ou por não ter um grande carro.
É a coisa mais impressionante amar um cão não é? Faz com que os nossos relacionamentos com pessoas sejam tão chatos como uma tigela de cereais.
Não preciso dizer que chorei horrores não é? Acho que todas as pessoas que leram este livro choraram, não tem jeito!
Cachorros são ótimos. Cachorros maus, se você realmente pode chama-los assim, talvez sejam os melhores de todos.Não consigo nem resenhar esse livro direito! Ele é ótimo, está recomendadissímo! E o filme também!
Trailer:
E vocês? Também choraram muito?





















