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ADEMIR PASCALE é paulista, escritor e ativista cultural. Em suas participações em mais de 40 livros atuou como autor, coautor, editor e organizador, sendo um dos seus mais recentes trabalhos publicados na França, no livro "Nouvelles du Brésil". Lançou no final de 2013 a série “Caçadores de Demônios”, literatura fantástica que está sendo disponibilizada gratuitamente em e-book através de download e em diversos formatos, no site Fantastiverso. A ideia visa atingir o máximo possível de leitores, no Brasil e no exterior, expandindo ainda mais a literatura nacional. Pascale concorreu ao prêmio Codex de Ouro como Autor Revelação 2011, juntamente de André Vianco, Adriano Siqueira e Eduardo Spohr.
Sempre gostou de escrever ou é um talento descoberto recentemente?
Tudo começou na leitura, pois sempre gostei de ler. Quando tinha três ou quatro anos, olhava as figuras dos quadrinhos tentando imaginar o que eles diziam naqueles balões. Aos 13 anos já escrevia alguns contos. Como escritor de romances e novelas, iniciei mesmo em 2005.
Como surgiu a ideia para os temas dos seus livros?
É algo que surge de repente e geralmente pouco antes de dormir. A ideia surge como um relâmpago :)O que mais o inspirou?
Poderia citar uns dois ou três fatos, mas o que mais me inspirou mesmo foram as histórias que meu pai contava antes de eu ir dormir.
Fale um pouquinho sobre o seu ultimo livro :)
Na realidade é uma série, intitulada “Caçadores de Demônios”. Serão 4 e-books, sendo o 1°, que já está publicado no site Fantastiverso “Antonio Spadoni e os Caçadores de Demônios”. O 2° e-book também foi publicado recentemente, intitulado “Laila e os Caçadores de Demônios” e o 3° será publicado até o final deste mês, intitulado “Rafael e os Caçadores de Demônios”. O último e-book será com informações adicionais sobre os personagens e sobre a criação da série. Todos os 3 e-books são interligados, mas podem ser lidos separadamente. Para baixar, basta acessar a página: Fantastiverso e escolher o melhor formato: ePub, PDF ou mobi. Mas não é só isso, estou trabalhando arduamente no romance “Caçadores de Demônios” e pretendo encontrar uma editora que o publique, o que acredito que não será difícil, pois só estou recebendo boas críticas na apresentação dos personagens nestes e-books que estou disponibilizando gratuitamente.
Foi necessária muita pesquisa para desenvolver seus livros?
Sim, todos os livros exigem pesquisa, uns mais, outros menos. Mas todos os dias faço minhas pesquisas, seja na maneira como as pessoas agem, como em noticiários, livros, etc.
Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Ah, acho o Antonio Spadoni. Um padre maduro e duro na queda. Sua principal atividade é caçar demônios, então imagina como é a vida desse homem...(rs).
Quais os seus autores favoritos?
Meus autores favoritos são Edgar Allan Poe, Oscar Wilde, Umberto Eco, Anne Rice e alguns novos nacionais que estão mostrando muito talento.
O que acha dos blogs e sites literários?
Indispensáveis na vida dos leitores e nós escritores :) Fico muito feliz em ver essa turma tão jovem lendo tantos livros.
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores ;)
Inspiração, força de vontade e disciplina são fundamentais. Escrever, reler e curtir o que você escreveu, já é o primeiro passo ;)
Caso queiram saber mais sobre o trabalho na do autor, basta acessar o seu blog pessoal O Desejo de Lilith ou nas redes sociais Twitter e Facebook.
Meu nome é Sheila Lima Wing, Lima por parte de mãe e Wing... bom, por frescura da minha parte... Hehehe... Brincadeira, o Wing veio por que me apaixonei pela família que criei para estrelar meu livro, e passei a sentir como se fosse parte integrante deles. Como estava procurando algo para que meu nome não ficasse tão "de pobre" quanto já é, creio que foram "dois coelhos com uma só cajadada".
Nasci em 20 de Novembro de... vamos deixar o ano de lado, please? Sou católica apostólica romana praticante, brasileira, nascida e criada no Rio de Janeiro (mais precisamente na favela da Maré, onde ainda moro até hoje), blogaholic e nerd.
Sempre gostou de escrever ou é um talento descoberto recentemente?
Antes de tudo gostaria de agracecer a oportunidade de falar um pouco sobre mim neste blog maravilhoso! Nossa, eu escrevo desde criança. Desde que descobri o mundo dos livros, e principalmente desde que li as obras de Lygia Bojunga Nunes, resolvi que meu sonho seria escrever um livro também. As primeiras tentativas minhas foram verdadeiros plágios, e eu nunca conseguia terminar uma história. Fiquei anos deixando a escrita de lado, até que embarquei no mundo dos blogs e criei um no qual comecei a postar uma história que continuava a cada post. Não deu muito certo, mas foram de fragmentos dessa história que o Doce Sonho Alado surgiu. Foi apenas em 2011 que comecei a levar o meu livro a sério e escrever "como gente grande"; mas tenho feito histórias curtas desde que aprendi a escrever. Quando era pequena também arriscava alguns poemas, porém, eles nunca foram o meu forte.
O que a levou a tomar a decisão de escrever um livro? Como surgiu a ideia para o tema?
Como já comecei a dizer na pergunta anterior, foi desde que comecei a ler os romances infanto-juvenis. Não foi bem uma decisão, foi mais uma paixão que queria se externalizar... não sei se vocês conseguem entender (nem eu me entendo na maioria das vezes... rsrs). O tema surgiu a partir do momento em que comecei a fazer links da minha vida com a história (ou da história com a minha vida). Muita das coisas que estão na minha obra são uma mistura das coisas que eu já vivi, ou daquilo que acredito, ou de pessoas que conheci, ou de coisas que tirei de conversas com minha irmã... creio que meus amigos de escola achariam muito mais graça em "Doce Sonho Alado" do que as demais pessoas. Apenas no meio do processo da escrita comecei a focar no tema "sonhos", sejam eles possíveis, impossíveis, aqueles que a gente tem enquanto está dormindo, etc. Uma curiosidade que eu ainda não disse lá no DSA é que assim que comecei a escrever ainda não sabia no que ele iria dar, só tinha umas situações prontas desconexas, que fui conectando como se fosse uma colcha de retalhos. Nem tinha um antagonista definido (a primeira antagonista da saga foi a última personagem a entrar). Quando o livro for publicado, falarei sobre isso com mais detalhes... por enquanto vou deixar na curiosidade.
Nascida em 26 de maio de 1979 na cidade do Rio de Janeiro, Maud foi criada no município de Angra dos Reis, no sul fluminense. Leitora assídua e fã de romances policiais e de suspense, começou a escrever histórias de mistério aos 14 anos. Formada em Letras, Maud deixou a literatura por alguns anos para se dedicar a outras atividades, mas retornou por entender que é o que melhor sabe fazer.
Sempre gostou de escrever ou é um talento descoberto recentemente?
Eu tinha muita facilidade para escrever quando criança, pois lia muito, mas não pensava em ser escritora. Só comecei a escrever histórias aos 14 anos, depois que comecei a ler livros. Ou seja, já escrevo há 20 anos...rsrs
O que a levou a tomar a decisão de escrever um livro? Como surgiu a ideia para o tema?
Minha paixão por livros me impulsionou a escrever. Eu queria causar nos leitores aquela mesma sensação que os livros causavam em mim; eu queria inspirar encantamento, medo, tensão...
A ideia para o livro MEDO DO ESCURO surgiu depois de ler um livro de contos de Allan Poe. Eu amo esse autor e ele me inspirou muito. Foi depois de Allan Poe que passei a escrever contos.
O que mais a inspirou?
Minha principal inspiração são pessoas, suas incertezas, ansiedades, atitudes, medo... Qualquer coisa pode inspirar um escritor. Já me inspirei em sonhos que tive, em conversas com amigos, em letras de músicas, em uma imagem...
Fale um pouquinho sobre o seu livro :)
“MEDO DO ESCURO e outras histórias” conta com 9 contos de suspense que escrevi entre 1998 e 1999. O sobrenatural está presente nas histórias, afetando a sanidade dos personagens. As histórias trabalham as tensões e medos do ser humano, mas a narrativa não é pesada. É leve, mas tensa.
Foi necessária muita pesquisa para desenvolver seu livro?
Na verdade, MEDO DO ESCURO foi escrito sem nenhum tipo de pesquisa, o que não acontecerá com meus próximos livros.
Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Desse livro, gosto muito de Eloah Barbosa (de “Sangue na Janela do Vizinho”) e do personagem-narrador de “O Quarto de um Desconhecido. Os dois têm em comum a insanidade e a leviandade quando resolvem julgar os outros por atitudes que permeiam a imaginação deles.
Como foi o processo de publicação do seu livro? E qual foi o maior obstáculo para essa publicação?
Meu maior obstáculo foi minha falta de perseverança para continuar. Fiquei parada por 10 anos, até que um amigo leu um parágrafo de uma de minhas histórias e me falou para acreditar. Tirei meus textos da gaveta e comecei a investir meu tempo neles. O convite para a publicação foi rápido. Fiquei muito surpresa, mas agarrei a oportunidade. De repente, várias coisas começaram a acontecer ao mesmo tempo.
Quais os seus autores favoritos?
Tenho vários autores favoritos: Allan Poe, Agatha Christie, Dennis Lehane, Paul Auster. Atualmente estou descobrindo Dean Koontz e Stephen King. Dos nacionais, estou descobrindo preciosidades como Robson Gundim, Fabiana Cardoso, Edson Gomes, Adriana Vargas, M. J. Atalaia, Lycia Barros e Décio Gomes. Há alguns autores que ainda não foram descobertos pelo mercado solo, mas que já li e posso afirmar que fazem um ótimo trabalho: Gabriel Réquiem, Fábio Abreu, Lucas Odersvänk, Cristiane Broca, Glau Tambra, Marcelo Maropo e Pâmela Filipini.
O que acha dos blogs e sites literários?
Acho importante ter um canal de divulgação, e os blogs e sites de literatura fazem uma ponte firme entre o autor e o leitor. Isso é excelente. Ainda estou começando meu contato com os blogs, mas percebo um carinho grande e um respeito pelo meu trabalho, e isso é muito gratificante. Procuro sempre ser carinhosa com os blogueiros e leitores, pois sou grata pelo espaço que estou conseguindo na mente e no coração deles.
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores ;)
É importante ler muito, pois não existe um bom autor que não goste de ler ou tenha preguiça. Ter paciência é fundamental, pois as coisas não acontecem com a rapidez que gostaríamos. Ter intimidade com a língua portuguesa é o mínimo que o autor precisa para conseguir expor e organizar suas ideias no papel. Ser perseverante para não se desmotivar com o primeiro “não” que ouvir. Saber aceitar as críticas como algo natural e importante para o crescimento da sua arte. Ser humilde para aceitar que seu texto não é maravilhoso e que pode ser melhorado sempre. E por último: escrever com graça é uma arte que pode ser aprendida, sim, mas o dom para colocar as palavras no papel é imprescindível para que o leitor sinta a emoção que a história quer lhe transmitir. A arte não nasce da noite para o dia. Treine bastante. Quanto mais se escreve, mas o texto se torna fluido e interessante.
Muito obrigada pela parceria e pela entrevista, muito sucesso sempre :)
Eu que agradeço o seu carinho, Marta. Espero que curta MEDO DO ESCURO e outras histórias. Aos leitores, mando um beijo e agradeço o carinho de todos. Tenho recebido algumas mensagens lindas e muito encorajadoras pelo Facebook e pelo e-mail. Embora meu livro ainda não tenha sido lançado, deixei um conto de degustação no Wattpad para quem quiser ler. Segue o link: http://www.wattpad.com/user/MaudEpascolato Beijos.
Jean Postai iniciou sua carreira no mundo jurídico aos 14 anos, trabalhando como office-boy em um escritório de advocacia. Após, foi estagiário de Direito tanto em escritório de advocacia quanto no Tribunal de Justiça e bacharel, até tornar-se advogado, pós-graduado em Direito Civil pela PUC-PR. Atualmente, é sócio do escritório Souza Postai Advogados Associados, em Joinville, Santa Catarina. Além da advocacia, é apaixonado por viagens, razão pela qual já viajou para todos os continentes do planeta apenas com uma mochila nas costas, com exceção da Antártica (que não vai sossegar até conhecer).
Sempre gostou de escrever ou é um talento descoberto recentemente?
Me lembro que escrevia desde os 13 anos, inventando histórias e tramas. Geralmente eu começava a escrever e parava na página 40, até hoje não sei o porquê. Depois que comecei a escrever “O Advogado da Vida” e cheguei na página 50, minha vida mudou rsrsrs
Foi como se tivesse descoberto que poderia terminar o thriller (começar é fácil, o difícil é finalizar!).
O que o levou a tomar a decisão de escrever um livro? Como surgiu a ideia para o tema?
Falta Thriller Jurídico no Brasil, escrito por advogados brasileiros. Quero escrever livros empolgantes, com tramas elaboradas, que intriguem os leitores e que falem sobre temas jurídicos, com base na nossa Lei mesmo. A primeira frase da sinopse do meu livro, que é “Quando começa o direito à vida?” resume bem os meus objetivos: linguagem clara, acessível e o Direito exposto de forma interessante e intrigante, sem muita frescura.
O que mais o inspirou?
Vontade de criar. Sou apaixonado por criatividade.
Fale um pouquinho sobre o seu livro :)
“O Advogado da Vida” é um thriller jurídico que questiona o mais fundamentos dos direitos: o direito à vida. Quando o médico Arthur é preso por supostamente realizar abortos em sua clínica, cabe a um advogado jovem e impetuoso a sua Defesa. Será que ele vai ser condenado? Aliás, o médico DEVERIA ou não ser condenado?
O advogado vai sofrer alguma perseguição?
São algumas das muitas questões do livro.
Foi necessária muita pesquisa para desenvolver seu livro?
Sim. Usei um pouco da minha experiência no Direito, mas também pesquisei as legislações aplicáveis no livro. E o pior, eu não pude comentar nenhuma delas ali! Ou seja, o livro é tão simples que não menciona nenhuma Lei específica, mas toda a trama é baseada em uma situação que poderia sim acontecer na vida real, com base nas nossas leis.
Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Teo. Divertido, intrigante e, perto do final da trama, essencial. Afinal, sem ele o advogado não poderia (trecho retirado por constar SPOILER! rsrsrs), o que ajudou no julgamento final, então sem dúvida a presença dele é fundamental...
Como foi o processo de publicação do seu livro? E qual foi o maior obstáculo para essa publicação?
Mandei os originais para a Novo Século, que aceitou publicar o Thriller Jurídico, até por ser um tipo de livro inexplorado no Brasil. Exigiram apenas que eu ajudasse a vender os meus exemplares também, o que tem dado um trabalhão!
Quais os seus autores favoritos?
Agatha Christie, pela forma como abordava o suspense. Júlio Verne, pela aventura e imaginação. Machado de Assis, pela originalidade na forma de escrita. George Orwell, pelo questionamento.
O que acha dos blogs e sites literários?
Essenciais! Ajudam muito a divulgar o livro e fazem o escritor entrar em contato com o leitor. Sem vocês eu seria um completo desconhecido! Rsrsr Obrigado por toda a ajuda.
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores ;)
Persistência, garra e força de vontade. Todo mundo quer escrever um livro. Todo mundo escreve um texto de 1 ou 2 páginas. Mas escrever um texto de 300 ou 400 páginas exige muito mais. Faça, termine seu livro. Depois, se for o caso, vá lapidando seu diamante. Mas não passe a vida apenas imaginando como ele seria...
Muito obrigada pela parceria e pela entrevista, muito sucesso sempre :)
Eu que agradeço! Espero que gostem do livro e que curtam cada vez mais o Thriller Jurídico no nosso país!
Um abraço!
Para saber mais sobre o livro confiram a postagem aqui no blog, o Facebook ou o Skoob do livro.
Salustiano Luiz de Souza nasceu em Itajaí-SC, radicando-se desde criança na cidade de Joinville-SC, onde reside atualmente. Leitor assíduo desde a tenra idade, possui formação acadêmica em Economia e Direito, com especialização nas áreas de Economia Industrial, Direito Empresarial e Direito Previdenciário. Com atuação profissional em diversas empresas, foi também professor universitário durante vários anos, lecionando nas áreas de Economia, Administração e Direito. Publicou diversos contos e artigos em jornais e periódicos. Atualmente exerce a profissão de advogado, tendo sido o fundador e hoje é sócio do escritório de advocacia Souza Postai Advogados Associados na cidade de Joinville-SC.
Sempre gostou de escrever ou é um talento descoberto recentemente?
Eu sempre gostei muito de ler. Desde criança “viajava” muito através da leitura. E sempre pensava em um dia escrever. Com o tempo passei a ter isso como meu projeto de vida. Agora estou conseguindo por em prática.
O que o levou a tomar a decisão de escrever um livro? Como surgiu a ideia para o tema?
A ideia dessa livro já me acompanha há muito tempo. Discutia muito com meus filhos e minha esposa e também com meus amigos. Sempre considerei um desperdício você morrer e perder tudo o que se aprendeu, o que se sentiu. Ficava (e ainda fico) imaginando uma forma de se fazer um backup do cérebro, para que outros possam aproveitar seus conhecimentos, suas experiências.
O que mais o inspirou?
Minha maior inspiração é a experiência de viver. Não vejo nada mais maravilhoso do que a vida, com todo o seu mistério e sua temporalidade. Outra fonte de inspiração é a curiosidade, os porquês da vida. Fico maravilhado com a capacidade de criação do ser humano, pena que a grande maioria não tem ciência do potencial que possui. E me inspira também essa busca incansável da eternidade, dessas duas questões fundamentais que ninguém sabe responder: De onde viemos e para onde vamos.
Fale um pouquinho sobre o seu livro.Um famoso médico (Dr. Barnes) desenvolve pesquisas buscando poder transformar os dados do cérebro em arquivos e com isso poder manipular estes arquivos, com o objetivo de implantar tais dados em pessoas diferentes. Quanto mais vai aprimorando suas pesquisas, mais vai percebendo que isso é possível e vai se distanciando das pessoas, porque pretender passar os dados de seu cérebro para o de um paciente seu, mais jovem e sadio. Com isso, busca saciar um dos maiores desejos do homem, se tornar eterno, acreditando poder fazer isso indefinidamente. Para conseguir seu objetivo, não mede esforços e abandona a ética, passando por cima de coisas que lhe são muito caras, como o amor da namorada ou a amizade das pessoas. Conseguirá Barnes a tão sonhada eternidade? A que preço?
Foi necessária muita pesquisa para desenvolver seu livro?
Sim, tive de pesquisar muito, principalmente os procedimentos médicos, a anatomia e a forma de funcionamento do cérebro. Também me ajudou a entender o funcionamento do cérebro um livro do Dr. Miguel Nicolelis, que desenvolve pesquisas em cérebros de animais na Universidade de Duke, Estados Unidos. Conversei com alguns médicos sobre procedimentos cirúrgicos e pesquisas médicas, e tive uma especial ajuda de um amigo, o cirurgião plástico Dr. Eduardo Missias, que prefacia meu livro.
Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Todos os personagens que criei possuem suas próprias características e tentei colocar no livro um pouco da personalidade de cada um, expressa na forma de falarem ou pensarem. Sem dúvida o meu favorito é o Dr. Barnes, pois foi sua curiosidade que o levou a desenvolver a pesquisa e tentar ser eterno. Desde o começo me identifiquei muito com ele por causa dessa busca incessante pelo conhecimento. Muito interessantes também são outros dois personagens, a Dra. Lourdes, médica namorada do Barnes, porque é muito meiga e sensível, e James, que ajudou Barnes na parte de programação, pois é um rapaz muito idealista.
Como foi o processo de publicação do seu livro? E qual foi o maior obstáculo para essa publicação?
O processo foi muito simples, meu filho Jean Postai publicou no ano passado um livro chamado “O Advogado da Vida” (não querendo ser pai coruja, mas um excelente livro, por sinal), então ele praticamente abriu o caminho, eu apenas segui as dicas dele e lancei o meu livro pela mesma editora (Novo Século).
Quais os seus autores favoritos?
Gosto de vários gêneros e principalmente de livros que me deixam marcado e me fazem ficar pensando neles por um bom tempo, como Ensaio sobre a Cegueira, de Saramago; Por quem os Sinos Dobram, de Ernest Hemingway; O Advogado do Diabo, de Morris West (nada a ver com o filme homônimo); O Anjo dos Esquecidos, de Konsalink ou A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera. Gosto também do sabor picante de Jorge Amado e da leveza alegre do Luiz Fernando Veríssimo.
O que acha dos blogs e sites literários?
Vejo com bons olhos a iniciativa dos blogs e sites literários, pois traz a tona a discussão sobre estes tesouros escondidos que chamamos de livros. Na era da internet e da velocidade quase da luz é interessante que muitas pessoas estão descobrindo o prazer de ler graças à indicação destes sites. Com isso sinto que este prazer de “saborear” um livro vai continuar existindo por um bom tempo.
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores.
Tenacidade, perseverança e disciplina. Isso é tudo. Mesmo que às vezes você ache que está escrevendo uma grande porcaria, vá em frente.
Obrigado Salustiano pela paciência. Gostou? Deixe um comentário, futuro escritor ;).
Adriana Vargas escreve desde os sete anos de idade e teve participações com menções honrosas em diversos concursos literários. É autora de romances sobrenaturais: O oitavo pecado, O voo da estirpe, O segredo de Eva, Vozes do Silêncio, Túnel do Tempo, Lilith, meu amor da escuridão e Inocence. Coordenadora do Clube dos Novos Autores, agente Literária, assessora da Editora Modo e Studio, ganhou o prêmio INTERARTE 2012 com seu romance O Oitavo Pecado. No ano de 2000 entrou para a Academia de Direito pela Universidade UCDB, sendo uma das alunas mais aplicadas do curso. Apaixonada por leitura filosófica, e procurava por obras de autores como Platão e Hanna Arendt. Encantou-se com os Iluministas e as histórias das antigas civilizações. Participou de projetos sociais no incentivo às cooperativas em comunidades carentes. Adriana desenvolveu um estilo literário ímpar, seus livros são marcados por singularidade e inovação linguística. A escritora encabeça a lista de traços inéditos à literatura nacional. Seus livros possuem o dom de nascerem viscerantes – em pouco tempo o leitor torna-se íntimo de suas personagens, criadas com o afã de cavar no fundo do âmago o sentimento capaz de dominar, jogar os leitores entre as suas palavras, em uma entrega não somente infinita, mas de profundidade. Este é o modo como vive e se relaciona com a vida.
Sempre gostou de escrever ou é um talento descoberto recentemente?
Sempre gostei. O caderninho velho, surrado e a caneta eram coisas que eu não me esquecia de levar por onde fosse. Além de escrever os sentimentos, uma prática que eu era acostumada fazer em diários, eu também representava os personagens em bonecas, posters de artistas, animais de estimação... Tudo era cenário de criação.
O que a levou a tomar a decisão de escrever um livro? Como surgiu a ideia para o tema?
Não surgiu uma ideia, como disse, isso sempre foi algo natural em minha vida. Como era uma criança quieta, reservada, isolada do mundo, eu nunca estava em inatividade, por mais que isso aparentasse, estava criando o tempo todo, mesmo em pensamento. Quando aprendi a ler e escrever, passei para o papel minhas histórias.
O que mais a inspirou?
Filmes, imagens, músicas; um amor do passado, um amigo, alguém que não gosto tanto; um clip, algum sujeito diferente do resto do mundo. Tenho aptidão em gostar de coisas e pessoas estranhas, diferentes, bizarras... Gosto de descobrir sentimentos e nomes para eles, então, quando encontro essas matérias primas, certamente nascerá um livro.
Fale um pouquinho sobre o seus livros :)
Bem, hoje posso dizer que estou no caminho de formar meu miniacervo, então, já tenho alguns títulos. Começarei dizendo sobre o que mais me causa angústia... (digo, angústia, porque este é um sentimento excelente para escrever um livro que dará bom resultado) Lilith, meu amor da escuridão: Um romance gótico, sempre quis misturar a dor com a escuridão, o terror, e coisas ocultas. Este é um livro que preciso escolher horas apropriadas para escrevê-lo, pois as sensações são as mais loucas possíveis, chegando a ser físicas, então... preciso de cautela, sem dizer que amo terror, mas morro de medo de dormir depois e começar a me gerar paranoias, talvez seja por isso que gosto tanto. Estou lançando Vozes do Silêncio, um livro que embora tenha uma carinha de fofo, não é tanto assim, apesar de um romance puro e pacato entre as chamas de uma guerra fria, com jovens sendo torturados e mortos pela ditadura, meio a pacto de sangue e magia negra. Bem, por aí já deu para sentir a pegada da obra não? E ainda mais quando tudo parece estar sendo conduzido a um amor... incestuoso... Túnel do tempo está pronto, apenas aguardando uma oportunidade de lançá-lo, um livro polêmico que irá despertar sensações das mais variadas, pois a trama abordará o períodos quase-morte durante um coma, e a regressão a linda e glamourosa época dos anos loucos em Paris, 1920. Este livro é o volume dois de O voo da Estirpe. Para finalizar, estou escrevendo Vitrine de Papel, uma trama 100% brasileira, que mostrará a realidade nua e crua do mundo editorial brasileiro, as bizarrices neste nincho, a mentira, o preconceito e a hipocrisia do mundo virtual, sem dizer que tudo isso ocorrerá entre a fantasia e a realidade com a descoberta de um diário secreto, e a escrita de um livro que salvará alguém da morte.
Foi necessária muita pesquisa para desenvolver seus livros?
Sim. Eu não consigo me sentir segura escrevendo sobre uma trama em Paris, sem nunca ter vivido lá. O que me resta? Pesquisar, conhecer a cidade, os costumes, os lugares, ver fotos, ler depoimentos, entrar em sites de turismo que me levam até esta cidade através de matérias e curiosidades. Sem pesquisa, não adianta eu saber escrever, preciso transmitir ao leitor, segurança sobre os assuntos abordados.
Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Clarice, sempre Clarice. Por quê? Porque ela é louca, ousada, corajosa, solta, livre, espontânea, diferente. Eu queria ter um pouco dela em mim.
Como foi o processo de publicação dos seus livros? E qual foi o maior obstáculo para essas publicações?
Foi algo como qualquer outro livro a ser publicado. Quando cansei de puxar o saco de editoras, agentes literários, etc, e passei a ser eu mesma, consegui encontrar uma forma de publicar minhas obras. Digo hoje que nenhum autor precisa de uma editora para se dar bem, basta apenas ter ousadia, disposição e criatividade. Editoras nacionais não apoiam seus autores. São criadas para valorizar a grana, e como brasileiro não tem grana, são deixados de canto.
Quais os seus autores favoritos?
Rubens Conedera, e há pouco descobri a escrita de Robson Gundim, apaixonei-me também. Adoro quando homens escrevem sobre sentimentos, a expressão que usam para tanto, retira o estereótipo que a sociedade me fez acreditar um dia, sobre uma literatura preconceituosa. Adoro hoje, encontrar homens que escrevem para todos os públicos, e não somente para seu gênero. Esses autores me encantaram com a sensibilidade e os valores que se utilizaram para escrever. E o mais importante, são brasileiros; nasceram e se formaram em uma sociedade separatista, machista, onde homem escreve para homem e mulher para mulher, eles vieram e quebraram esta barreira, por isso recebem meus aplausos.
O que acha dos blogs e sites literários?
Acho que os blogs hoje são nossos cúmplices. Acho que a amizade que fazem com o autor nacional e sua obra é algo que há tempos eu sentia necessidade de ver acontecer. Não sei dizer dos outros blogs, pois quando comecei, eram poucos os que queriam ler meus livros. Muitos me trataram mal, fui escorraçada, e até, humilhada, pois não sabia a diferença de um blog que veste a camisa, e um blog grande que quer apenas ibope para alimentar o ego de seu criador. Então caiu a ficha que o blog que realmente corre junto do autor é aquele que a ele é inerente – novo autor, novo blog – estão no começo do sonho; irão se aliar... E eu me juntei a essa galera. Quis crescer com eles e ignorei os blogs que tinham muitos seguidores e queriam apenas me esnobar. Para mim, os blogs que andam ao meu lado e ao lado do novo autor são os dignos de estarem no pódio recebendo os louros da vitória. Eu valorizo meus parceiros, quero para eles, o que quero para mim. Não sei como os outros autores trabalham aí fora, eu somente sei que encontramos aquilo que vamos buscar, e eu quis cumplicidade, e encontrei.
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores ;)
Ser você mesmo. Escrever sobre o que conhece e não sobre o que pensa que irá vender. Aliás, o mais ridículo que vejo por aí, são escritores confundindo a escrita com profissão, com o capitalismo... Estão querendo transformar tudo em ouro, dólar... Eu tenho medo disso. Existem valores que são inegociáveis. Não podemos vender a alma por nada nesta vida. Escrever é algo divino. Se você precisa vender para que seu livro chegue a um número maior de leitores, é algo legal, sim, quem não quer? Mas se você é capaz de se submeter a coisas inacreditáveis para conseguir isso, então... está na hora de começar a rever a arte da ganância. Um bom autor escreve com intenção de se esvaziar. Ele não cria um livro para se encaixar no mercado. Ele ama um livro, ama seus personagens, ele salva sua vida, seu dia através dessas criaturas que irão fazer o mesmo com os leitores. Retorno financeiro é consequência de um trabalho de amor. A fama não altera os sentimentos dos personagens. O momento da criação é imaterial, jamais poderá ser movido por uma massa capitalista, nojenta, crua, sem sentimentos. Eu troco um milhão de leitores por uma dúzia que irão se identificar com as coisas que escrevo, pois quando isso acontecer estarei muito feliz neste momento, realizarei o sonho da escritora dentro de mim – encontrei meu público, pouco, pequeno e fiel, como os amigos.
Anna Chiara tem 18 anos e mora em Curitiba, PR. Escrever histórias é um de seus hobbies favoritos. Dentre os personagens que já criou estão Hugo Forsyth e Elisa Adams, dois detetives que têm, como um de seus objetivos principais, fazer justiça ao solucionar casos. “Hugo e Elisa e a Fuga de Madame Hornick” é o primeiro livro de Anna Chiara, publicado pela editora Novo Século.
Sempre gostou de ler e escrever?
Sim. Ainda mais de escrever. Sempre gostei de criar histórias e personagens.
O que a levou a tomar a decisão de escrever um livro?
Eu acho que foi a simples vontade de desenvolver uma história sobre os meus personagens. Eu mesma queria ver o que eles iam aprontar, rsrsrs! E eu sempre sonhei em ver uma história minha em forma de livro, então isso me motivou a escrever e tentar encontrar uma editora que aceitasse meu trabalho.
O que mais a inspirou?
Quando estava escrevendo “Hugo e Elisa”, o que mais me inspirou foram as cenas simples do cotidiano. Momentos engraçados que vivi, pessoas legais que conheci... Não posso deixar de mencionar que, na época em que estava terminando o livro, eu havia conhecido excelentes professores. Eles mudaram a minha vida e me fizeram sentir mais confiança em mim mesma. Então foi um grande impulso para eu ter vontade de terminar a história.Fale um pouquinho sobre o seu livro :)
Bom, “Hugo e Elisa e a Fuga de Madame Hornick” é um romance policial que fala sobre dois jovens detetives e a jornada deles para investigar o mistério que envolve Madame Hornick, uma senhora foragida da penitenciária onde havia sido presa. Hugo e Elisa, que trabalham para a empresa de investigações Super Kings, farão de tudo para solucionar o caso.
Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Hum, difícil dizer... Hehehe! Bom, posso falar que tenho dois favoritos? Eu gosto muito do Hugo e da Elisa.
Como foi o processo de publicação do seu livro? E qual foi o maior obstáculo para essa publicação?
O maior obstáculo, de longe, foi encontrar uma editora que aceitasse o livro. A maioria das casas editoriais não aposta muito em novos escritores. Acho que muitas para as quais eu enviei o meu original nem sequer leram o texto, hehehe! Fiquei tentando por dois anos. Então eu encontrei a Novo Século, que possui um selo chamado “Novos Talentos da Literatura Brasileira”, que é justamente voltado para as pessoas que desejam publicar o primeiro livro. Eles aceitaram “Hugo e Elisa” e, a partir daí, as coisas melhoraram, rsrsrs!
Quais os seus autores favoritos?
A minha favorita mesmo é a J.K. Rowling. O talento dela é absolutamente incontestável! A forma como ela desenvolve a narrativa, os detalhes, os personagens e as suas emoções... Não é à toa que mais de meio bilhão de cópias de “Harry Potter” já foram vendidas!!!
Também gosto muito do Antoine de Saint-Exupéry, Deepak Chopra, Stephenie Meyer, Dan Brown, Meg Cabot etc.
O que acha dos blogs e sites literários?
Uma ótima forma de disseminar o hábito da leitura! Através deles, ficamos conhecendo mais sobre as novidades do mundo da literatura, além de termos a oportunidade de compartilhar opiniões e conhecer pessoas que gostam do(s) mesmo(s) gênero(s) literário(s). Eu acho que os blogs e sites literários estão contribuindo MUITO para o aumento no número de leitores no Brasil!
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores ;)
O fundamental é persistir e acreditar em si mesmo. Se você tem uma ideia em mente, escreva. E eu acho que também é muito importante não deixar a história guardada na gaveta. Tente publicá-la. Não importa se você vai ouvir um primeiro, segundo, terceiro ou enésimo “não”. Uma hora vai dar certo. Isso é tudo que você tem que pensar. Foque sempre no seu objetivo! Se joga no seu sonho! :D
Adrian Mcoy é brasileiro, lecionado em Publicidade pela FAAT, sendo hoje, escritor e publicitário. Tem 24 anos, tendo começado a escrever já aos seus 13. É autor de romances, poesias, músicas, e peças teatrais.
Entre teatro, poesia e prosa, qual você mais gosta de escrever?
Poesia
O que o levou a tomar a decisão de escrever?
Elogios as minhas redações em tempos de ensino fundamental.
O que mais o inspirou?
Sherlock Holmes
Fale um pouquinho sobre seus de seus livros :)
Em todos os meus livros, pelo menos até o momento, o amor Eros (entre homem e mulher) fica como a base estrutural da historia. Costuma nestas relacionar os personagens de um livro ao outro, o que, ao meu ver, manifesta uma justificativa da obra, tornando-a muito mais plausível.Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Agatha Princeton (a bruxa de Nevada); porque tem a personalidade mais forte e interessante dentre todos, sendo ela fria, irônica, arrogante, grosseira, sensual, corajosa; em contrapartida, com um coração exemplar, imensamente contraditório ao seu emocional.
Quais os seus autores favoritos?
J.K.Rowling – pela criatividade e eximia habilidade literária, e o Apóstolo Paulo de Tarso (São Paulo) – Pelo estilo erudito e autoridade na escrita.
O que acha dos blogs e sites literários?
Ótimo para os amantes da leitura, grupo que, estranhamente, eu não faço parte! Gosto de ler, é claro, mas não sou apaixonado pela leitura, mas a escrita é a minha vida, de longe aquilo que eu mais gosto.
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores ;)
Paciência e determinação. Um livro é como um bebe! Você tem que estar todo dia ali, examinando, cuidando, alimentando, limpando vez ou outra (risos); do contrario este filho crescerá desconhecido por você e sua linha estrutural não terá a mesma métrica que teria se o seu cuidado fosse maior.
O paulistano Gustavo Rosseb é formado em Rádio e TV. Traz em seu curriculo trabalhos como músico, compositor e designer. Atua também na área de cinema, na parte de direção e roteiro. "A Odisseia de Tibor Lobato - O Oitavo Vilarejo - Livro 1" é o primeiro romance da série que marca sua estreia como escritor.
Sempre gostou do folclore brasileiro?
Sempre gostei de folclore brasileiro. Sempre fui fascinado pelas lendas, vira e mexe estava eu pesquisando uma coisa ou outra e guardando as informações na cabeça. Tanta história macabra, tanta história forte, tanto tema rico. Um mundo realmente nosso e que vale muito a pena cair de cabeça nele. Gosto muito.
Os pais e os avós são grande fonte de informações e talvez a maneira mais adequada de se entrar nesse mundo.
O que o levou a tomar a decisão de escrever um livro?
A escrita é algo que me acompanha há muito tempo. Desde os tempos de escola escrevia pequenos roteiros e os encenava na rua com os amigos. Compunha pra minha banda também e quando fiz 19 anos tive o contato com o cinema e a oportunidade de escrever para esse ramo.
Tinha uns rabiscos guardados, histórias ainda sem uma continuação. Quando de repente, na véspera do ano novo de 2010, comecei literalmente a escrevê-lo. Madrugadas a fio e ao final de 17 dias o primeiro rascunho de Tibor Lobato estava pronto.
O que mais o inspirou?
Sabe aquela sensação que dá quando, lá no sitio da avó ou da tia, alguém conta uma história de assombração à beira de uma fogueira? Aquele friozinho na barriga? É essa a minha inspiração. Foi esse sentimento que tentei trazer para o livro. Coisa que eu, como fã de literatura fantástica, me senti carente disso em livros e séries que li. Acredito ter trazido algo diferente por ter me inspirado em um sentimento ainda não explorado por aqui. Agora resta saber de quem o leu, se atingi ou não o meu objetivo. rs.
Fale um pouquinho sobre o seu livro :)
Trata-se de uma jornada, vivida por Tibor Lobato, sua irmã e seu amigo, durante a quaresma, nos arredores do sitio de sua avó. Uma trama foi tecida por um ser fantástico e quando é colocada em pratica, uma série de eventos estranhos e figuras singulares começam a cruzar o caminho deles. Uma corrida contra o tempo que se inicia com o Oitavo Vilarejo. Acompanhamos a vida de Tibor, 13 anos, durante pouco mais de quarenta dias, e com ele aprendemos sobre amor, amizade e coragem enquanto ele vive as mais perigosas aventuras.
Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Bom! Que pergunta dificil hehe.
Gosto muito de todos. Traduzo minhas visões de mundo e pontos de vista em cada um dos personagens de maneira diferente. São diversas formas individuais de se ver as coisas. Mas é claro, quando se lê o livro, acompanhamos o dia a dia de Tibor Lobato, dentro e fora de sua cabeça. Acredito ser ele o meu preferido, por ser um alguém de espirito aventureiro, que se partilha medos, manias, curiosidades e descobertas.
Como foi o processo de publicação do seu livro? E qual foi o maior obstáculo para essa publicação?
Após terminar de escrever o livro eu pensei: e agora?
Não sabia exatamente o que fazer e não conhecia nenhum autor que eu pudesse perguntar, então me pus a pesquisar. Aprendi da melhor maneira. Na raça!
Tibor Lobato foi recusado por 19 editoras durante um ano, foi quando iniciei uma divulgação via facebook e postava sempre o barulho que o livro estava fazendo - 150 leitores em um mês - aí recebi um recado da Editora Patuá sobre sentarmos e conversarmos. Aquele dia eu pulei de alegria, já tinha enviado um original para eles, mas ainda não tinha obtido uma resposta.
Acredito que a divulgação tenha dado resultado. Me disseram que avaliariam o livro e se encontrassem qualidade literária, o publicariam. Lá se foram meus dedos se acabar em figas até que, em minha caixa de e-mail, encontro o recado dizendo que meu livro seria publicado. Dormi em paz, finalmente.
O maior obstáculo foi não saber o processo, mas quando se tem vontade, se aprende. Estou sempre estudando o meio pra saber o que funciona e o que não funciona. Sou designer e músico também e pedi à editora se eu poderia ser responsável pela divulgação e a festa de lançamento. Dito e feito. Até então, participo de 95% do processo que tem dado visibilidade ao livro, juntamente à editora e meu sócio. Acredito na união, só com ela as coisas acontecem; ninguém faz nada sozinho.
Quais os seus autores favoritos?
J. K. Rowling (Harry Potter) e J. R. R. Tolkien (O Senhor dos Anéis) encabeçam essa lista que de pequena não tem nada, mas serei sucinto: Adoro quem sabe contar uma boa história e minha lista vai além dos livros.
M. Night Shyamalan (diretor e roteirista de filmes como O Sexto Sentido, Sinais, Corpo Fechado, A Vila) é uma referencia que vale ser lembrada aqui, pois a condução que ele faz pelos mistérios até a sua descoberta é realmente fascinante. Tenho mais autores que conseguem me tirar da realidade com seus livros, como: Joseph Delaney (As Aventuras do Caça Feitiço), Chico Buarque (Budapeste), Rick Riordan (Percy Jackson), James Dashner (Maze Runner), Chico Anes (Pirapato) e por aí vai.
O que acha dos blogs e sites literários?
Os considero aliados, com certeza. Além de ajudar e muito na divulgação por falar com o publico certo, trazem sempre informações bacanas e atualizadas do que tem de novo no mercado. Quando termino um livro e preciso de outro pra começar (ou seja, sempre), é aos blogs e sites literários que recorro. Os comentários dos usuários são sempre bem vindos na hora de se escolher um bom livro.
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores ;)
Acredito que cada um se expresse da sua forma e que não tenha um jeito certo de se fazer. Como conselho aos futuros autores, digo o seguinte: Ouçam sempre sua imaginação!
Marcelo Siqueira Silva nasceu em 1987 em São Paulo, onde se formou em Naturopatia. Na mesma cidade, seu primo, Gustavo Costa de Almeida Siqueira, nascido no ano de 1986, formou-se em Gestão Ambiental. O interesse por escrever surgiu logo cedo, e não tardou para que definissem similar estilo dentro do gênero Fantasia. Criaram diversos contos e histórias durante nove anos e, no ano de 2009, resolveram iniciar um novo projeto, a trilogia: O Príncipe Gato, através do pseudônimo Bento de Luca. Possuem a forte crença de que existem histórias com o potencial de criar conceitos e despertar nossas emoções; histórias estas a serem contadas, celebradas e recordadas.
O que o levou a tomar a decisão de escrever um livro?
Desde pequenos tínhamos a vontade de criar um mundo próprio, diferente do mundo real, um universo repleto de magia, onde pudéssemos nos reportar sempre que desejássemos. Precisávamos de uma ferramenta para expressar todas as nossas ideias, transcrever as criações de nossas mentes e fundi-las, como se forjássemos uma chave de ouro; uma chave que ofereceríamos àqueles que desejassem abrir o portal para o nosso mundo! Isso nos direcionou consequentemente à Literatura Fantástica! Assim surgiu “O Príncipe Gato”!
O que mais o inspirou?
Livros e filmes de magia e fantasia! A Música! Algumas situações do mundo real nos trouxeram inspirações para personagens e passagens do livro! Não poderia ser diferente. Tudo o que já vivemos, ou o pouco que vivemos, nossa formação, nosso caráter, forma a base do caldeirão que recebe o líquido mágico das nossas inspirações.
Fale um pouquinho sobre o seu livro :)
O livro conta a estória de um gato vindo de um universo paralelo, onde os felinos e outras raças falam e convivem em sociedade. Seu mundo está à beira da destruição e a única solução para o problema parece estar em nosso mundo, mais especificamente na cidade de São Paulo, a lendária Ampulheta do Tempo. Aqui ele conhece o jovem humano Hugo e o sábio roedor Eleanor. Juntos eles empreendem essa perigosa jornada contra o tempo e contra inimigos sombrios que farão de tudo para impedi-los.Como foi o processo de publicação do seu livro? E qual foi o maior obstáculo para essa publicação?
Os obstáculos são enormes. Não é fácil entrar nesse meio. A não ser que você possua muito dinheiro para investir ou excelentes contatos! Assim que registramos nosso livro na Biblioteca Nacional o enviamos para mais de 20 editoras. A metade que nos respondeu sempre dizia algo como “Obrigado, vimos potencial em seu livro, mas optamos pela não publicação do mesmo!”, a outra metade nem se deu ao trabalho de responder. (Risos) Um ano e meio de espera e procura. Foi então, na metade de 2011, que fechamos um contrato. “O Príncipe Gato e a Ampulheta do Tempo” seria lançado pela Editora Novo Século, sob o selo Novos Talentos da Literatura Brasileira.
Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Cada personagem possui uma característica muito singular que nos agrada. Fica difícil escolher um! (Risos) No entanto, no momento elegeremos o humano Hugo, por conta de mistérios a seu respeito que muito tem a ver conosco, e que serão revelados ao longo da trilogia.
Quais os seus autores favoritos? Cite 5 livros que você considere indispensáveis.
C. S. Lewis, J. R. R. Tolkien, J. K. Rowling, Philip Pulman, Rick Riordan, André Vianco, entre outros… Os livros: As Crônicas de Nárnia, O Senhor dos Anéis, Saga Harry Potter, Saga Percy Jackson, Alice no país das maravilhas.
O que acha dos blogs e sites literários?
É interessante ver a crescente mobilização das pessoas em prol da Literatura Nacional. A vontade e o gosto das pessoas, aliado ao avanço da tecnologia tem proporcionado um alcance maior para o mundo literário. Cada pequeno blog, por menor que seja, é de suma importância para esta causa que tanto apreciamos. É gratificante, por exemplo, ver em um evento como a Bienal do Livro, milhares de pessoas correndo desesperadas para entrar, para procurar um livro, para encontrar um escritor. Isso é assustadoramente fantástico!
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores.
Ler muito! Escrever muito! E aceitar que sempre terá muito a aprender. A perfeição jamais será atingida. É um ciclo infinito.
Booktrailer d'O Príncipe Gato:
Paula Ottoni cresceu ouvindo contos de fadas e já na infância sabia que queria ser escritora. Hoje divide o tempo entre a faculdade e sua grande paixão: a escrita.
O que a levou a tomar a decisão de escrever um livro?
Eu sempre gostei de ler histórias, e quando era pequena fazia livrinhos e os ilustrava, era um de meus passatempos preferidos. Depois de crescida, o gosto pela coisa, ao invés de sumir, só aumentou, e o resultado foi: eu escrever um livro e entrar para a faculdade de design para não parar de desenhar também.
O que mais a inspirou?
No caso de “Uma princesa em meu lugar”, foram mesmo os contos de fadas. Há centenas de anos as pessoas os ouvem, lêem, assistem... é uma cultura inseparável da sociedade, histórias que em suas origens não eram como são hoje, mas que ao longo do tempo encantaram, apavoraram e ensinaram lições. É uma cultura que está por aí, sempre se renovando, e as pessoas gostam. Existe o imaginário das princesas, dos castelos, os príncipes em cavalos... Cenários de um tempo antigo, medieval, “um reino distante”, mas ao mesmo tempo recheados de elementos que não estavam lá na realidade, surgiram da mente imaginativa humana.
Achei que seria interessante pegar esse mundo meio-real-meio-irreal e misturar em partes com uma realidade cotidiana contemporânea: a vida de uma garota do século 21 que parecia não ter motivos para reclamar, mas que lamenta não ter um príncipe e um “feliz para sempre” em seu “era uma vez”.
Fale um pouquinho sobre o seu livro :)
Bom, acho que, como me estendi um pouco no tópico anterior (hehe), vocês já ficaram conhecendo um pouco da idéia por trás de “Uma princesa em meu lugar”. Mas vou falar um pouquinho mais. Essa é uma história dividida entre Clara e Sofia. A primeira, uma garota moderna e independente, que faz jornalismo e tem dois melhores amigos... mas ela não consegue achar graça em sua vida, falta aquele entusiasmo. A segunda também pensa de forma semelhante, só que ela é uma princesa medieval, com seus passos vigiados por seu pai, o rei, e uma madrasta que quer tudo menos o que é melhor para ela e o reino de Charmelyn. Tudo o que Sofia mais deseja é poder ter sua liberdade e fazer coisas diferentes. Seu desejo é atendido, e é quando toda a aventura... a troca, acontece.
Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Essa é uma pergunta muito difícil, você se apega a todos. Mas entendo, claro, existem personagens que simplesmente gostaríamos que existissem para bater um papo com a gente ou qualquer outra coisa. Acho que eu gostaria de ter Sofia no meu quarto, eu me divertiria.
Quais os seus autores favoritos? Cite 5 livros que você considera serem indispensáveis.
Gosto muito de vários autores, mas minhas preferidas são J.K. Rowling (que criou a melhor saga de fantasia do mundo) e Meg Cabot (que escreve os livros mais divertidos, românticos e engraçados).
Já citando o primeiro dos cinco livros indispensáveis e também a outra autora que considero uma das melhores que já li, completo com Anne Fortier e seu romance “Julieta”. É o livro perfeito, e alguém que é capaz de escrevê-lo só pode ser a escritora perfeita.
Até esse momento, o resto da lista seria (com Harry Potter também incluso):
Para quem gosta de romance encantador,“Anna e o Beijo Francês” (Stephanie Perkins); para quem gosta de aventura juvenil, “Vampiratas” (série de Justin Somper); para quem gosta de romance mais sério, “Querido John” (Nicholas Sparks) e para quem gosta de Young Adult com uma personagem marcante e muito engraçada, “A Mediadora” (Meg Cabot).
Bom, somando dá 6, não 5... e somando todos os volumes das séries... já nem sei. Enfim, para mim qualquer livro bom é indispensável. Ainda estou devendo a leitura de muitos classificados assim.
O que acha dos blogs e sites literários?
Acho uma iniciativa maravilhosa! Realmente fico muito feliz de ver tantos blogueiros apaixonados por livros, e é algo fantástico para leitores, editoras e autores. Devo parabenizar a todos, pois a maioria tem muito zelo pelo trabalho que faz, e sou muito agradecida por ter esse apoio de vocês.
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores ;)
O mais importante é acreditar no seu trabalho e não desistir. O processo de escrever é algo muito gostoso, mas pode haver momentos em que é difícil prosseguir. Eu diria que um bom lema é paciência – sim, como é difícil se manter com ela! Mas temos que ser pacientes. Se você realmente tem talento e dedicação, com certeza vai longe.
Boa sorte com seu livro Paula! Muito obrigada por ter dado este tempinho a meu blog :D
Obrigada, Marta! Tudo de bom para você e seu blog.
Beijos!

André Luiz nasceu em Araçatuba, sempre gostou de livro e filmes.Escreve desde os 4 anos. É autor do livro O Apartamento 200.
O que o levou a tomar a decisão de escrever um livro?
Eu sempre gostei de escrever, desde os 4 anos, eu pedia para minha tia escrever para mim, e eu ia falando a história e ela ia escrevendo.
O que mais o inspirou?
O que mais me inspirou para escrever o livro O Apartamento 200, eu não sei realmente dizer, eu tive a idéia de escrever uma historia que tivesse um prédio de 200 andares, aí eu coloquei a Emily,e fui desenvolvendo a história.
Mas sobre a escrita em geral, minha família sempre me apoiou, foi toda a minha família, não vou citar nomes, pois seriam muitos..rsrs
Fale um pouquinho sobre o seu livro :)
O Apartamento 200 é um livro de suspense que conta a história de Emily, uma mulher muito trabalhadora.
Ocorre um assalto na casa dela,e ela resolve se mudar para o novo prédio da cidade, o prédio de 200 andares.
Um certo dia ela chega em casa, e seus filhos não estavam lá, ela recebeu uma ligação dizendo que estavam com os filhos dela
Quando foi busca-los o elevador parou no meio do caminho.
Mas o livro ainda não foi lançado, por isso estou fazendo o projeto com o site Catarse para tentar lança-lo.Mesmo que eu não alcançar o dinheiro ainda vou procurar parceria.
Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Ahhh...acho que a Emily.Ela é uma mulher esforçada, trabalhadora, e que gosta
muito de sua família, e faria de tudo por eles.
Quais os seus autores favoritos? Cite 5 livros que você considera serem indispensáveis.
A J.K. Rowling que escreveu Harry Potter, Stephenie Meyer,e uma brasileira Eliane Quintella, que escreveu Pacto Secreto.
5 livros indispensáveis..hum.. então,tem muitos livro que eu gosto, e tem alguns que eu sei que vão ser ótimos, sem ainda ter terminado de ler.
Os contos de Beedle o Bardo, Pacto Secreto, Strange Angels, Radiante, Sereia.
O que acha dos blogs e sites literários?
São muito legais!Eu tenho um também www.viajandonoslivros.com !
São muito bons para quem ama ler, quanto para escritores, pois os blogs também ajudam a divulgar os livro, meu caso, rsrs.
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores ;)
Fundamental para escrever um livro, primeiro é saber o que você vai escrever.
Voce não precisa saber a historia inteira,mas pelo menos o central.
E ai o resto você vai desenvolvendo.
Para conhecer:
Blog do livro: O Apartamento 200Skoob: O Apartamento 200
Booktrailer:

Nasceu em Recife, passou sua infância entre Pernambuco, Paraiba e Alagoas. A adolescência passou em Santo André, cidade que considera como sua segunda terra natal, onde tem uma segunda família e muitos amigos. As pessoas que lá encontrou, trataram um garoto nordestino e desconhecido com o devido respeito que o ser humano merece, dando-lhe a confiança necessária para desbravar o futuro e o mundo. Hoje em dia é web designer e mora no Japão desde 1992. Não deixe o sol brilhar em mim é a sua primeira aventura literária.
O que o levou a tomar a decisão de escrever um livro?
Desde criança sempre li bastante, não me recordo de um dia sequer em que não estivesse lendo ou relendo algum livro. Ainda me lembro claramente como se fosse ontem, o dia em que descobri que podia ler uma frase inteira e entender o que estava lendo, eu tinha 6 anos e estava brincando de ler uma revista em quadrinhos do pato Donald. Naquela época por ser criança não dei muita importância ao fato de começar a estudar muito cedo. Meus pais, principalmente meu pai, homem nordestino do interior da Paraíba e com pouco estudo; dava importância tremenda aos estudos, fato que o levava a colocar todos seus filhos em fase pré-escolar em algum professor particular das redondezas para aprender a ler e a escrever. Hoje em dia me recordando desse tempo, acho que antigamente as pessoas se importavam mais com isso, pois não importava onde estávamos, sempre havia uma dessas escolinhas particulares para crianças em fase pré-escolar e sempre havia muitos alunos estudando. Enfim, comecei a ler e não parei mais, ler sempre foi uma coisa muito importante para mim, daí a escrever foi uma decisão quase que natural. Entretanto, nunca escrevi pesando em me tornar escritor ou coisa do tipo. A única vez que me recordo de ter tentado escrever uma história completa foi há alguns anos, e era também uma história sobre vampiros. A princípio não dei muita importância ao que escrevia, mas em um determinado momento, relendo algumas partes do que havia escrito, me espantei, porque achei que estava muito bom. Eu me baseio no seguinte fato, para saber se o que escrevi tem consistência ou não: Se ao reler algo que você mesmo escreveu, conseguir tirar alguma emoção daquilo que está lendo, então acho que você está no caminho certo. Uma pena, foi que naquela época eu ainda não usava computador, escrevia em um editor de textos que tinha um sistema precário de gravar os arquivos em um disquete do tipo floppy que sempre pedia para formatar os arquivos; numa dessas formatações acabei perdendo a melhor parte do que tinha escrito e então deixei tudo para lá.
O que mais o inspirou?
Se a pergunta for o que me inspirou a escrever “Não Deixe o Sol Brilhar em Mim” , a resposta está nas primeiras páginas do meu livro e na dedicatória que escrevi nele.
Foi o filme do diretor sueco Tomas Alfredson, baseado na obra homônima do escritor também sueco John Ajvide Lindqvist chamado “Lat Den Ratten Komma In”,
Traduzido em inglês como “Let The Right One In” e conhecido no Brasil como “Deixa Ela Entrar”. O filme me cativou completamente e decidi que deveria escrever minha própria história. Inclusive usei o mesmo tema do filme, e gostei muito da concepção do vampiro criado por Jonh Ajvide Lindqvist, totalmente diferenciada do que estava acostumado a ver; o meu vampiro tinha que ter essas características. O problema nisso, é que algumas pessoas lendo a sinopse, mesmo sem ler uma linha do que escrevi, tendem a dizer que estou copiando o filme . Um tema não é de propriedade de ninguém, se pedirem para dez escritores escreverem, por exemplo, sobre a vida do ex-presidente Lula; todos os dez vão escrever sobre a mesma coisa, pois o ex-presidente é único e tem uma vida única. Entretanto, cada um vai escrever sobre o mesmo assunto da sua maneira, dando ênfase a pontos distintos o que torna cada obra única. Eu usei apenas o mesmo tema, o encontro de um garoto que sofre bullying familiar e na escola, com uma garota que é um vampiro. Mas a história é minha, todos os textos e frases usados são de minha autoria , usei lembranças da minha infância para construir a história. Não existe uma linha, uma frase sequer idêntica ao filme. Existem lugares comuns do qual não se pode escapar quando se está falando de pessoas; quando pessoas se conhecem, se encontram pela primeira vez, é natural que se apresentem, falem um pouco de si. Isso acontece no meu livro, no filme, e em qualquer outra história que relate o encontro entre duas ou mais pessoas. Indico às pessoas que viram o filme e ficaram fans como eu, que leiam o livro e depois comentem.
Fale um pouquinho sobre o seu livro :)
Meu livro conta a história de Dennis, um garoto nordestino que vai morar em Santo André no ABC paulista na casa do tio, após a morte dos pais em um acidente. Lá chegando, ele é maltratado pela esposa do tio sem que este tome conhecimento, pois leva uma vida muito atribulada e vive ausente. A partir daí, Dennis começa a levar uma vida muito solitária. Evitando ficar em casa, vive perambulando pelas ruas; até que um dia conhece Valquíria, uma menina que o cativou completamente a primeira vista, apesar de ser um pouco estranha e completamente diferente das garotas que ele conhece.
Valquíria é uma menina de 13 anos muito solitária e que guarda um segredo terrível, ela é um vampiro que precisa matar regularmente pessoas para poder sobreviver. Ela se considera uma pessoa normal com uma doença especial e sofre muito por precisar matar pessoas; por causa disso, vive completamente reclusa e também perambula pelas ruas logo depois que a noite chega. Valquíria tem a proteção de seu irmão gêmeo Adam, que parece um pouco mais velho porque o tempo passou apenas para ele. [spoiler] Adam morre no início do livro[/spoiler], entretanto sua presença é constante em toda história que é narrada em sua grande parte no passado.
O ponto principal da história é o que acontece depois que os dois se encontram; dois pré-adolescentes solitários, que descobrem um no outro apoio, cumplicidade, carinho e amor e junto vão descobrindo os anseios dessa fase da vida de todos nós.
Dos personagens que você criou, qual seu favorito?
Valquíria é minha personagem predileta.
Como foi o processo de publicação do seu livro? E qual foi o maior obstáculo para essa publicação?
Publicar um livro seja no Brasil ou qualquer outro lugar não é uma tarefa fácil, dada a grande quantidade de novos autores que surgem a cada ano. Grandes e famosos escritores do passado, tiveram também no início suas obras recusadas, porque publicar um livro exige gastos elevados e uma editora é uma empresa, e empresas visam lucros, isso é simples assim. É natural que queiram investir no que é líquido e seguro, portanto, novos autores vão sempre ter dificuldade em publicar seu trabalho.
Esse é o maior obstáculo. No meu caso, nunca pensei seriamente que uma editora pudesse publicar meu livro, e por isso me preparei para fazer isso de forma independente. Vi algumas propostas de editoras que visam dar apoio a novos escritores, cada uma com sua característica, nessa nova modalidade a editora banca a publicação do livro e fica por parte do autor os gastos para dar a sua obra uma aparência mais profissional. Eu acho isso muito positivo, pois os gastos maiores são com a publicação, e o livro ter uma aparência profissional é um trunfo para o autor, ele cuidando disso vai ter certeza que seu trabalho vai ser visto com outros olhos, além do que toda essa preparação vai ser de propriedade do autor, o que não acontece quando a editora banca completamente o livro, nesse caso o autor se tem direito ao original que ele enviou para a editora. No meio dessas novas editoras, a editora Dracaena foi a que me ofereceu a melhor proposta.
Quais os seus autores favoritos?
Eu sempre li de tudo, dos autores nacionais, gosto de Machado de Assis, Monteiro Lobato, José Lins do Rego, Jorge Amado e muitos outros, esses aqui citados se deve ao fato de ter lido praticamente todo os seus livros. Dos estrangeiros, li praticamente todos os livros de Agatha Christie, e o autor de histórias fantásticas que mais li foi Stephen King. Tenho também predileção pelos contos de Edgar Alan Poe, Howard Phillips Lovecraft; Bram Stoker não pode ser deixado de lado por sua obra Drácula, e Joseph Sheridan Lefanu por seu livro de contos Carmilla e outras histórias, que talvez poucas pessoas saibam, foi quem influenciou Bram Stoker a escrever Drácula.
O que acha dos blogs e sites literários?
Acho sensacional a quantidade de blogs literários que existem hoje em dia na blogosfera. Foi uma grande surpresa para mim, sempre tive a idéia, que é insistente mente propagada aos quatro cantos, que o Brasil é um país de poucos leitores. Pode ser que seja verdade sim, entretanto, com certeza alguma coisa está mudando, a prova disso é essa grande quantidade de blogs literários espalhados Brasil à fora.
O que é fundamental para escrever um livro? Dê um conselho aos futuros autores ;)
Vou falar apenas com a pouca experiência que tenho de ter escrito “Não Deixe o Sol Brilhar em Mim”, com certeza cada escritor tem o seu método e o importante é a pessoa descobrir qual é o melhor para ela, qual maneira se encaixa com perfeição em suas características pessoais, que mais lhe agrada , que mais vai lhe trazer bons resultados. Meu método era usar o pouco tempo que dispunha para escrever, escrevia nas horas vagas. Levava o note book para o serviço e na hora do almoço sobravam sempre uns 15 minutos para escrever. Parece piada, mas esses 15 minutos foram essenciais, pois durante esse pouco tempo, geralmente definia o que ia escrever no dia e a noite quando chegava em casa concluía a idéia. Nunca consegui escrever usando papel e caneta, pois acabo me dispersando e depois não entendo os garranchos que escrevi apressadamente. Partindo para a história em si, primeiro é preciso ter alguma coisa sobre o que escrever, tendo decidido essa parte, é preciso construir as personagens, principais e algumas coadjuvantes. É também preciso antecipadamente decidir qual o cenário e época em que a história se passa.
Essas partes, eu considero fundamental pois é o limiar entre você ter uma história e não ter nada. Outro ponto fundamental é em relação a tempo e espaço, se você for escrever sobre um local e época que desconhece, vai ter que fazer muita pesquisa para que sua história fique verossímil. Pedir para que as pessoas opinem sobre o que escreveu é também outro ponto importante, porém deve-se tomar cuidado em relação a isso, as pessoas geralmente tem receios de falar o que acharam para não magoar os amigos, e é comum elogiarem o que na verdade acharam ruim. Um leitor com o compromisso apenas de uma boa leitura pode ser um ótimo aliado. Outro ponto, é que nem todas as pessoas tem as mesmas preferências e mesmo um leitor aliado pode influenciar negativamente no que você vai escrever. Então o importante é ter todas as opiniões possíveis e depois tirar a sua própria conclusão. Não tenho nenhuma formação literária e também não sou exímio conhecedor da língua portuguesa, e assim creio que também muitas pessoas estão nessa categoria. O importante e ir revisando sempre a parte gramatical até um nível que precise da ajuda de um profissional, o que vais e dar próximo da publicação do livro. Não ter dó de apagar e reescrever partes da história é também fundamental, demorei mais para revisar, apagar e reescrever do que para escrever história em si. Se a pessoa já tem sonhos de um dia ser escritor, é importante se dedicar o mais cedo possível e investir nesse sonho, fazendo cursos específicos; como gramática, literatura, etc.. Eu comecei tarde e agora tenho que correr atrás do prejuízo. Leia e pesquise como os autores que escrevem o estilo de sua preferência, desenvolvem sua história.Inicialmente copiar a maneira como esses escritores escrevem não é ruim e aos pouco você vai desenvolvendo seu próprio estilo. É como tocar um instrumento musical, por exemplo um violão; mesmo a princípio copiando a maneira como um artista executa uma determinada peça, jamais vai se conseguir copiar exatamente igual, por que cada pessoa tem suas próprias características e mesmo quem está tentando imitar tem as suas e essas com o tempo prevalecerão, criando o estilo próprio daquela pessoa.
Muito obrigada Evan pelas suas respostas e pelo apoio dado ;D
Eu é que só tenho a agradecer a você e a todos os amigos dos blogs parceiros pelo apoio, muito obrigado.
Oi para todos! Hoje Venho apresentar para vocês a Editora Dracaena! A nova parceira do blog. Eu sei que hoje era para ser caixinha de correio mas a bateria da máquina acabou na metade e complicou um pouco, talvez mais tarde ou amanhã, perdão! rsrs
Então em vez disso confiram a entrevista com a blogueira e escritora Kézia Lobo, autora do livro O Coração de Salatiel, novo lançamento da Editora Dracaena.

1 – Quem é Kézia Lobo?
Paraense de nascimento, mas gaúcha de coração. Viciada em chocolate, leitora compulsiva e cinéfila. Uma pessoa bastante sonhadora, que vive uma parte do tempo em um mundo surreal, mas bem centrada na realidade. Gosto muito de tudo que seja relacionado à Arte, como a escrita, pintura, música. Tudo que explore a bela capacidade que o ser humano tem de criar e recriar. Sou muito família e amigos e acredito demais em Deus.
2 – Como escritora, quais são os autores que lhe serviram de influência?
Curto todos os tipos de literaturas, mas as que se baseiam na Fantasia e no Sobrenatural são os meus preferidos. J. R. R. Tolkien, C. S. Lewis e Frank Peretti são as minhas referências.
3 – Cite 5 livros que você considera ser indispensável.
A Bíblia, O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brontë, A Trilogia O Senhor dos Anéis de Tolkien e Orgulho e Preconceito de Jane Austen.
4– Você está lançando seu primeiro livro pela Editora Dracaena, fale um pouco sobre o livro ‘O Coração de Salatiel’.
Por ser muito fã de Tolkien, simplesmente queria criar uma historia baseada na fantasia, O Coração de Salatiel surgiu com a ideia de um colar mágico onde tivesse metade do coração de um ser poderoso.
Um dia estava assistido a jornal da noite, havia uma noticia que falava da Montanha das Sete Cores de Purmamarca que fica na Argentina e tem uma historia meio mística, gostei demais do nome da montanha, dae veio toda a inspiração completa para começar a escrever O Coração de Salatiel (vocês irão entender quando lerem a história).
Depois disso o resto da narrativa começou a fluir com mais facilidade, com toda a historia pronta, comecei a escrever. Lenora é portadora desse coração mágico e é uma elemental do Ar, só que os humanos elementais estão quase extintos em Galahar e ela precisa esconder isso.
Ela inesperadamente recebe esse lendário colar e desencadeia uma sucessão de acontecimentos. Pois Malghalad o rei de Galahar, deseja essa joia ardentemente. Ela conhece pessoas diferentes e vive altas aventuras.
5 – O que os leitores podem esperar desse trabalho?
Como é o meu primeiro trabalho, estou muito ansiosa, pois a aceitação dos leitores é fundamental. Tentei escrever da melhor maneira possível, coloquei bastante aventura e ação, algumas lições de aprendizagem, muita magia e tentei não deixar a história muito previsível.
6 – Como foi o processo de escrever um livro e buscar uma editora que o publicasse?
Escrever no começo foi difícil, já vi vários comentários de pessoas dizendo que é fácil escrever um livro, mas na minha humilde opinião, não é tão simples assim.
Requer muita concentração e paciência, e tem que ter uma boa base da história que se vai contar para o enredo poder deslanchar, sem contar que dependendo do que o autor vai escrever, tem que ter uma boa pesquisa e cuidado com as palavras.
Mas apenas no início tive certa dificuldade, depois a história fluiu bem.
Quanto ao processo de uma busca por uma editora, foi bem trabalhoso, pois terminei de escrever ele em dezembro de 2009 e enviei os originais para varias editoras, sendo aceito por apenas duas.
Têm várias editoras que abrem espaço para autores nacionais iniciantes, mas como blogueira literária, lia algumas criticas com o descaso que algumas dessas editoras tem para com os novos autores e a falta de investimento neles, mostrando certa falta de responsabilidade com a obra publicada, isso também conta muito na hora de escolher uma editora, então ficava muito receosa.
Sem contar que as grandes editoras dificilmente abrem espaço para os novos autores.
Esperei até encontrar a Dracaena, que me passou credibilidade e um interesse real de querer publicar minha obra por achar que era boa, e não por apenas publicar.
7 – A editora Dracaena irá distribuir o seu livro á nível nacional e internacional, o que você espera com isso?
Bah! Isso é muita responsabilidade, pois abrange o número de leitores que passarão a conhecer a minha obra, mas também abre uma oportunidade imensa em relação a continuar escrevendo, pois na próxima criação terei muito mais leitores e credibilidade.
E claro que traz uma oportunidade única de (quem sabe) fazer sucesso que nem os escritores estrangeiros fazem aqui no Brasil.
8 – Que dica você daria aos novos autores que estão em busca de “um lugar ao sol” e que sonham em ter seu livro publicado?
Escrevam o que gostam ou o a literatura que mais se identificam, mas sempre pensando no que os seus futuros leitores esperam de vocês, pois atualmente temos tido leitores rigorosos e autocríticos, pois querem diversão com qualidade e uma boa historia para ler.
Procurem uma editora que valorizem o trabalho de vocês, que não publiquem apenas por publicar. E se vocês mandarem os originais para 10 editoras, não desistam, se tiver que reenviar, faça isso, pois muitas delas devolvem os originais sem ao menos terem lido a sua obra.
Mas não desistam enviam quantos originais para quantas editoras puderam, que uma com certeza vai acabar lendo e gostando! E escrevam e leiam bastante.
9 – Para os interessados em comprar o seu livro, como devem proceder?
Bom, podem comprar pelo site www.dracaena.com.br ou pelas lojas:
Livrarias Saraiva : http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3440501/o-coracao-de-salatiel/?ID=BD70BD3F7DB040B0B0F1E0507
Siciliano: http://www.siciliano.com.br/produto/3440501/o-coracao-de-salatiel/3440501?ID=BB370F127DB040D0A0C360762&FIL_ID=102
Loja Singular: http://www.lojasingular.com.br/o-corac-o-de-salatiel_9788564469136.html
Submarino: www.submarino.com.br
Em breve divulgarei links de outras lojas pois o livro ainda está em processo de cadastro em várias delas.
10 – Deixe um recado aos nossos leitores.
Ae Galerinha linda! Valeu por acompanharem essa conversa. Espero que gostem do meu livro. Desejo tudo de bom pra vocês, pois sem vocês nós escritores não somos nada! E que tudo que desejarem se torne realidade! XD
Conheça a autora e seu Blog : http://ofantasticomundodaarte.blogspot.com/
Incentive os novos autores nacionais comprando esse livro.
Se você têm um blog e quer fazer parceria com a editora envie a proposta para este email: parcerias@dracaena.com.br
Então em vez disso confiram a entrevista com a blogueira e escritora Kézia Lobo, autora do livro O Coração de Salatiel, novo lançamento da Editora Dracaena.

1 – Quem é Kézia Lobo?
Paraense de nascimento, mas gaúcha de coração. Viciada em chocolate, leitora compulsiva e cinéfila. Uma pessoa bastante sonhadora, que vive uma parte do tempo em um mundo surreal, mas bem centrada na realidade. Gosto muito de tudo que seja relacionado à Arte, como a escrita, pintura, música. Tudo que explore a bela capacidade que o ser humano tem de criar e recriar. Sou muito família e amigos e acredito demais em Deus.
2 – Como escritora, quais são os autores que lhe serviram de influência?
Curto todos os tipos de literaturas, mas as que se baseiam na Fantasia e no Sobrenatural são os meus preferidos. J. R. R. Tolkien, C. S. Lewis e Frank Peretti são as minhas referências.
3 – Cite 5 livros que você considera ser indispensável.
A Bíblia, O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brontë, A Trilogia O Senhor dos Anéis de Tolkien e Orgulho e Preconceito de Jane Austen.
4– Você está lançando seu primeiro livro pela Editora Dracaena, fale um pouco sobre o livro ‘O Coração de Salatiel’.
Por ser muito fã de Tolkien, simplesmente queria criar uma historia baseada na fantasia, O Coração de Salatiel surgiu com a ideia de um colar mágico onde tivesse metade do coração de um ser poderoso.
Um dia estava assistido a jornal da noite, havia uma noticia que falava da Montanha das Sete Cores de Purmamarca que fica na Argentina e tem uma historia meio mística, gostei demais do nome da montanha, dae veio toda a inspiração completa para começar a escrever O Coração de Salatiel (vocês irão entender quando lerem a história).
Depois disso o resto da narrativa começou a fluir com mais facilidade, com toda a historia pronta, comecei a escrever. Lenora é portadora desse coração mágico e é uma elemental do Ar, só que os humanos elementais estão quase extintos em Galahar e ela precisa esconder isso.
Ela inesperadamente recebe esse lendário colar e desencadeia uma sucessão de acontecimentos. Pois Malghalad o rei de Galahar, deseja essa joia ardentemente. Ela conhece pessoas diferentes e vive altas aventuras.
5 – O que os leitores podem esperar desse trabalho?
Como é o meu primeiro trabalho, estou muito ansiosa, pois a aceitação dos leitores é fundamental. Tentei escrever da melhor maneira possível, coloquei bastante aventura e ação, algumas lições de aprendizagem, muita magia e tentei não deixar a história muito previsível.
6 – Como foi o processo de escrever um livro e buscar uma editora que o publicasse?
Escrever no começo foi difícil, já vi vários comentários de pessoas dizendo que é fácil escrever um livro, mas na minha humilde opinião, não é tão simples assim.
Requer muita concentração e paciência, e tem que ter uma boa base da história que se vai contar para o enredo poder deslanchar, sem contar que dependendo do que o autor vai escrever, tem que ter uma boa pesquisa e cuidado com as palavras.
Mas apenas no início tive certa dificuldade, depois a história fluiu bem.
Quanto ao processo de uma busca por uma editora, foi bem trabalhoso, pois terminei de escrever ele em dezembro de 2009 e enviei os originais para varias editoras, sendo aceito por apenas duas.
Têm várias editoras que abrem espaço para autores nacionais iniciantes, mas como blogueira literária, lia algumas criticas com o descaso que algumas dessas editoras tem para com os novos autores e a falta de investimento neles, mostrando certa falta de responsabilidade com a obra publicada, isso também conta muito na hora de escolher uma editora, então ficava muito receosa.
Sem contar que as grandes editoras dificilmente abrem espaço para os novos autores.
Esperei até encontrar a Dracaena, que me passou credibilidade e um interesse real de querer publicar minha obra por achar que era boa, e não por apenas publicar.
7 – A editora Dracaena irá distribuir o seu livro á nível nacional e internacional, o que você espera com isso?
Bah! Isso é muita responsabilidade, pois abrange o número de leitores que passarão a conhecer a minha obra, mas também abre uma oportunidade imensa em relação a continuar escrevendo, pois na próxima criação terei muito mais leitores e credibilidade.
E claro que traz uma oportunidade única de (quem sabe) fazer sucesso que nem os escritores estrangeiros fazem aqui no Brasil.
8 – Que dica você daria aos novos autores que estão em busca de “um lugar ao sol” e que sonham em ter seu livro publicado?
Escrevam o que gostam ou o a literatura que mais se identificam, mas sempre pensando no que os seus futuros leitores esperam de vocês, pois atualmente temos tido leitores rigorosos e autocríticos, pois querem diversão com qualidade e uma boa historia para ler.
Procurem uma editora que valorizem o trabalho de vocês, que não publiquem apenas por publicar. E se vocês mandarem os originais para 10 editoras, não desistam, se tiver que reenviar, faça isso, pois muitas delas devolvem os originais sem ao menos terem lido a sua obra.
Mas não desistam enviam quantos originais para quantas editoras puderam, que uma com certeza vai acabar lendo e gostando! E escrevam e leiam bastante.
9 – Para os interessados em comprar o seu livro, como devem proceder?
Bom, podem comprar pelo site www.dracaena.com.br ou pelas lojas:
Livrarias Saraiva : http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3440501/o-coracao-de-salatiel/?ID=BD70BD3F7DB040B0B0F1E0507
Siciliano: http://www.siciliano.com.br/produto/3440501/o-coracao-de-salatiel/3440501?ID=BB370F127DB040D0A0C360762&FIL_ID=102
Loja Singular: http://www.lojasingular.com.br/o-corac-o-de-salatiel_9788564469136.html
Submarino: www.submarino.com.br
Em breve divulgarei links de outras lojas pois o livro ainda está em processo de cadastro em várias delas.
10 – Deixe um recado aos nossos leitores.
Ae Galerinha linda! Valeu por acompanharem essa conversa. Espero que gostem do meu livro. Desejo tudo de bom pra vocês, pois sem vocês nós escritores não somos nada! E que tudo que desejarem se torne realidade! XD
Conheça a autora e seu Blog : http://ofantasticomundodaarte.blogspot.com/
Incentive os novos autores nacionais comprando esse livro.
Se você têm um blog e quer fazer parceria com a editora envie a proposta para este email: parcerias@dracaena.com.br
A entrevista da vez é com Markus Thayer! Escritor de Hathor! E no final do post uma surpresa para vocês!
A Entrevista:
Sempre gostou de escrever? Ou foi um talento descoberto recentemente?
Eu sempre gostei de escrever, porém não tinha intenção de publicar. Foi a escritora Kamila Denlescki, autora do livro “Estrela Píer”, quem me incentivou.
Hathor foi o unico livro que escreveu?
Sim, Hathor é meu único livro, porém tem continuação.
Se escreveu outros, quando e qual foi o 1º?
Eu tenho outras idéias esperando para ir para o papél.
Fico muito dividido, adoro os dois campos.
Onde buscou a inspiração para Hathor?
A idéia de Hathor surgiu em 1995 quando eu assisti um documentário sobre genética.
Que dicas daria para quem está pensando agora em escrever um livro?
Primeiro e antes de tudo: acredite que você pode ser o que quiser ser.
Escreva o seu livro, leia, releia e altere o que desejar até ficar bom.
Peça para alguém, que se importe com você, ler e dar opiniões.
Envie para várias editoras. Evite os pensamentos pessimistas, acredite sempre na resposta positiva.
Não pare por aí, desenhe a capa do seu livro. Coloque o desenho em um lugar que você possa ver todos os dias. E sempre que olhar para o desenho tenha pensamentos positivos com relação ao seu livro.
Mantenha em sua mente uma imagem do seu livro nas livrarias.
Imagine pessoas folheando o seu livro e carregando ele para o caixa.
Imagine as pessoas felizes ao lerem o seu livro.
O mais importante: nunca, jamais desista de seu sonho. Lembre-se só você pode definir se seu sonho irá se realizar ou não. Então escolha o sim.
A ideia de a história estar na capa do livro, mas só ser entendida depois de começada a leitura, foi algo que queria fazer desde o inicio? Ou surgiu essa oportunidade e aceitou?
No início eu tinha um idéia de capa bem diferente. Foi durante um brainstorm que a Kamila apareceu com essa idéia.
Com que dificuldades se deparou enquanto estava escrevendo e publicando Hathor?
Todo processo fluiu muito tranquilamente. Não me deparei com problemas para publicar Hathor.
Perguntas Rápidas.
Um livro favorito...Operação Cavalo de Tróia
Um livro que adoraria ter escrito...Viagem ao centro da Terra
Uma música inspiradora...Ode an die Freude (Hino à Alegria) Ludwig van Beethoven
Pior medo...O pior medo é dar muita atenção ao Medo.
São 3 marcadores de Hathor autografados!
Aqui estão as regrinhas::
01) Ser residente no Brasil, ou pelo menos ter um endereço de entrega aqui.
02) Seguir o blog As Palavras Fugiram (para isso, é só clicar na caixinha "seguir" aqui ao lado)
03) Preencher o formulário de inscrição.
Para chances extras:
01)Divulgar no twitter ou skoob (+1 por cada divulgação)
02)Seguir o twitter e/ou o skoob do blog ( +1 por cada rede social)
03)Comentar neste post (+1)
04)Quem comentou em posts anteriores antes do dia de hoje tem direito de preencher +1 por cada comentário feito.
"Eu quero os marcadores autografados de Hathor de a @palavrasfugiram está sorteando no blog! http://bit.ly/esZ4Xe"
O sorteio termina dia 15/03
Os 3 sorteados deverão responder ao email de confirmação até 3 dias depois do término da promoção, se não responderem serão sorteados novamente.





































