As Palavras Fugiram: Resenha: Deixa-me Entrar - John Ajvide Lindqvist

Titulo Original: Låt Den Rätte Komma In
ISBN: 9789896660314
Páginas: 454
Editora: Contraponto
Ano: 2010
Onde Comprar: Wook
Avaliação:


Oskar e Eli. De formas diferentes, são ambos vítimas. É por isso que, contra todas as probabilidades, se tornam amigos. Oskar tem 12 anos e vive com a mãe num bairro social em Balckeberg, um subúrbio cinzento e pacato de Estocolmo. O pai desapareceu das suas vidas e ele é vítima de bullying na escola. Eli é uma rapariga misteriosa e reservada, que se muda com o pai para o apartamento ao lado. Eli não vai à escola e só sai de casa à noite. Presos cada um na sua solidão, Oskar e Eli encontram um no outro a compreensão que o mundo lhes nega. E quando o lado mais obscuro de Eli se revela, Oskar descobre o verdadeiro preço da amizade...


Deixa-me Entrar chegou em casa faz um tempo já, mas só agora arranjei um tempinho para terminar a leitura. Ganhei-o numa promoção do Evan Ribeiro (autor de Não Deixa o Sol Brilhar em Mim) e como não exite edição brasileira está em português de Portugal (a editora Contraponto é portuguesa). Foi com nostalgia que li suas páginas, faz tempo que não leio nada da terra natal. Acreditem ou não exitem muitas diferenças entre as duas linguas.

Comecei a leitura com o pressuposto errado de ser um livro leve, um pressuposto total e completamente errado, mas que não tornou a leitura nada ruim. O livro é muito bom, mas tem um quê de +18. Não no sentido em que vocês acabaram de pensar gente, mas é um pouco violento e também um pouco insinuativo, mas nada tão explicito assim.

O livro é sobre um garoto chamado Oskar, ele tem 12 anos e seus pais são divorciados, para melhorar um pouco ele sofre bullying na escola, e não é qualquer zoaçãozinha não, ele aguenta cada coisa que vou te contar.
É então que aparece Eli, uma garota estranha com quem ele começa a conversar e aos poucos vai se tornando sua unica amiga de verdade.

Eu gostei muito da história, ela é narrada por vários personagens e dividido por dias, em vez de ter nome de capítulos tem o dia em que as coisas estão acontecendo com cada personagem.
Pessoalmente gostei muito de Tommy e de Eli, embora Eli narre poucos capítulos. Ao todo devem ser mais ou menos uns 7 ou 8 narradores.

Isso não deixa o livro confuso, não se preocupem.
A história é muito real, embora usando um tema tão pouco realístico.
O autor não fica fantasiando, ele mostra dor, o sofrimento, a preocupação e a felicidade como elas são mesmo, o que torna tudo extremamente realístico ao ponto de assustar um pouco ás vezes.

Resumindo: Eu adorei o livro, sempre adoro livros assim, a escrita nos prende e a história também.
É impossível não torcer para que Oskar seja feliz ou para que Tommy consiga sacanear seu futuro padastro. Outra coisa legal é que também aprendemos um pouco sobre a cultura sueca, se prestarmos atenção
É um livro que nos deixa querendo mais.

4 Comentários:

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